Sabe aquelas pessoas que sorriem quando falam com você, são prestativas mesmo sem te conhecer e te tratam e fazem bem sem forçar nada? Acredito que essas pessoas são a cura da humanidade.
Nada que uns bons pegas não resolva.
Há algo que não quis ser, que não busquei ser, mas que sou sem sequer querer. Sou as estações que trazem desde leves brizas a grandes tempestades, sou de ciclos, sou de fases, hora amadureço n’outra apodreço, hora nasço e n’outra caio no ócio estatelado de um chão repleto de barro, busco apoio, mas quem me dará apoio se não as raízes da natureza amarga que criei ao redor de mim, onde borboletas não pousam e onde ervas daninhas se apossaram de tudo que tem aqui, elas tomaram conta do que antes chamei de jardim, se apossaram e se embalaram no meu estômago, já não floresço, que puta descuido, não há mais vagas para visitantes inesperados tão pouco para estrangeiros, quem dirá para os passageiros.
Como se fosse fácil não criar expectativas.
Podem cortar as flores,
mas não podem deter a primavera.
Tenho o péssimo hábito de fugir de algumas coisas que amo.